- Natureza
- Análise editorial por Rafael Castellar
- Data da pauta
- 06/11/2026
- Autor
- George A. Keepers e colaboradores
- Tipo de estudo
- Diretriz de prática clínica da American Psychiatric Association, 2024; não é ensaio original
- Fonte
- American Journal of Psychiatry. 2024;181(11):1024–1028
Principais achados
- Oito recomendações articulam avaliação, plano centrado na pessoa, psicoeducação, psicoterapia e revisão de medicamentos.
- Psicoterapia estruturada com suporte em evidências é o eixo do tratamento.
- Fármacos não têm eficácia comprovada para os sintomas nucleares; quando considerados, devem ser adjuvantes e dirigidos a alvos específicos.
- Transtorno de personalidade borderline e transtorno bipolar não são equivalentes.
Limitações
- Recomendações não garantem resposta universal nem autorizam escolher tratamento sem avaliação.
- Não há uma psicoterapia única adequada automaticamente a toda pessoa.
- A comunicação oficial e a síntese bibliográfica não substituem a consulta ao conjunto completo da diretriz.
Implicações clínicas
- Elaborar plano colaborativo, avaliar riscos e contexto e sustentar continuidade do vínculo.
- Revisar tratamentos e evitar acúmulo de medicamentos sem objetivo definido.
Referências
- Keepers GA et al. The American Psychiatric Association Practice Guideline for the Treatment of Patients With Borderline Personality Disorder. American Journal of Psychiatry. 2024;181(11):1024–1028.
- American Psychiatric Association — comunicado oficial sobre a diretriz atualizada para transtorno da personalidade borderline, 2024